Com tantas trapalhadas confesso que já começo a sentir alguma pena de Manuela Ferreira Leite. Tantas gaffes, tantos tiros ao lado, às tantas, coitada, deixa-na lá estar, pronto. Iste pensamento chegou após a última entrevista da líder do PSD. Hoje li esta crónica e percebi que não era a única:
"Assistir a uma entrevista a Manuela Ferreira Leite começa a ser uma sofrida sucessão de sentimentos: impaciência, nervosismo, pena, desconforto, incredulidade, pena outra vez e — crucialmente — síndrome da vergonha alheia. A gente torce-se na cadeira ao ver como Manuela Ferreira Leite se torce na cadeira, a gente cerra os dentes à espera da próxima pergunta, a gente respira fundo porque a pergunta é fácil e, finalmente, a gente pergunta como foi possível.
Sim, é assim, e vocês sabem do que eu estou a falar. Saibam que também me custa a mim, mas nós temos a responsabilidade de ser exigentes com quem ambiciona ser chefe de governo deste país, e o dever de ser rigorosos com quem se apresenta como rigoroso. (...)"
Rui Tavares (li no blog mas acho que saíu no
Público também)