segunda-feira, 18 de maio de 2009

Já viram por aí...

... pares de sapatos pendurados nos fios eléctricos? Têm os atacadores a prenderem os dois sapatos, fazendo com que fique cada um pedurado de um lado do fio.
É a coisa mais estranha de sempre e não percebo para que serve. Um dia um amigo que viveu algum tempo nos EUA disse-me que lá os miúdos maiores (os ditos bullies) tiram os sapatos aos mais pequenos e depois peduram-nos lá em cima só para os atormentar (como lá chegam, não sei). Mas não estou bem a ver isso acontecer em Portugal. Se alguém tiver uma explicação para este fenómeno, diga-me.

Adorável

Lenço de Namorados do Minho
Via Lisboa SOS

A brincar, a brincar...

Há uns tempos estava eu em frente da televisão, com uma musiquinha a anunciar um debate semanal que nunca tinha visto, quando o Pedro me diz "Ah isso até é giro, é com o Nuno Melo". Espantada com este elogio ao membro do CDS, pergunto "Mas gostas do Nuno Melo?". "Tem piada", respondeu-me. Rapidamente percebi: Nuno Melo SÓ fala com ironia, SEMPRE. Deve ser extremamente irritante para quem esteja a discutir com ele, dá a sensação que está sempre a gozar com toda a gente, mas para o humilde espectador tem bastante piada, de facto.
O que não tem tanta piada são os vários cartazes deste senhor, que agora concorre às eleições europeias, espalhados por aí. Fartei-me de procurar mas só encontrei um, apesar de existirem vários: Não andamos a brincar aos políticos, Não andamos a brincar aos bancos, Não andamos a brincar às avaliações, Não andamos a brincar aos polícias...

A mensagem é patética e aquele ângulo picado (que só não existe neste cartaz) para dar ar de mau é mesmo a pièce de la resistance.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Umas boas gargalhadas e vista para o mar sabem mesmo bem pela manhã.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

Quando senti aquele sentimento crescer de forma preocupante, pus uma música alegre a tocar. Daquelas com letras apaixonadas que nos fazem abanar o pé ao ritmo certo. Ainda assim a cabeça latejava de dores.
Não conseguia deixar de pensar naquilo. Não queria falar com ninguém porque temia o que teriam para me dizer. Desejei desabafar perante mentiras piedosas, promessas de finais felizes. Olhei o telemóvel e implorei-lhe uma mensagem que garantisse que sim, posso ter tudo, que sei fazer magia e serei (seremos) uma maravilhosa excepção à regra.
Li blogues. Aqueles que sei que me fazem sempre sonhar. Juntei ingredientes à sopa de sentimentos turvos. A sopa está estrangada porque ainda não descobri o elemento chave que vai fazer este agridoce agradável ao paladar.
Ao canto do olho surgiu uma lágrima caprichosa. Odiei-a, ela não tem esse direito. Nem eu tenho de estar assim.
Tenho a sensação de que meio Portugal trabalha no i.