segunda-feira, 6 de julho de 2009
Nãoconsigoparardepensaremcoisas
Vou para a cama pensar numa solução para o aquecimento global, para a fome em África e, quem sabe, uma cura para a Sida. E no que vou vestir amanhã.
Estou preocupada
Odeio responder "não sei" às perguntas. Estou sempre a responder "não sei" às perguntas.
domingo, 5 de julho de 2009
Não foi só porque morreu
Bem sei que há o CSI e isso
Nollywood
sábado, 4 de julho de 2009
Funerais
E quando essa possibilidade escasseia, fala-se aprofundadamente de coisas insignificantes. Como o trânsito que se encontrou até chegar à casa funerária, das novas obras na estrada que complicam mais os acessos, dos autocarros que são uma vergonha e nunca chegam a horas. Até dos próprios serviços funerários.
Nos funerais ansiamos por coisas que nos distraiam do morto. E principalmente dos enlutados. Porque a dor deles torna-nos impotentes. E porque muitos, como eu, não sabem lidar com isso. Não conseguem dizer "os meus sentimentos" e não choram em público.
Sempre que vou a um velório acho que sou uma pessoa insensível.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Diz que foi ele que se demitiu...

Ora bem,
Por um lado temos um ministro idiota, que acha que isto é a Venezuela e passa por cima dos limites da decência. Isto é um facto. Mas também é certo que já foi feita muita merda - é que é mesmo assim - e ninguém achou que se devia demitir. A ministra da educação teve 100 mil pessoas na rua a protestar e não achou que se devia demitir, mas Manuel Pinho faz uns cornos a um deputado e ai escândalo, Portugal não pode viver com isto.
Eu cá achava que os ministros deviam ser penalizados pelas asneiras governativas. As parvoíces servem apenas para lhes perdermos o respeito.... digo eu. Aliás, Alberto João Jardim ainda lá está na Madeira e digamos que as acções e o vocabulário do senhor correspondem a 1321665 cornos de Manuel Pinho.
Quando questionado, logo após o incidente Pinho disse ter condições para se manter no governo. Meia hora depois Sócrates anuncia que se demitiu. Está-se bem a ver de quem foi a iniciativa...
Ou seja, importa parecer e não ser.