quarta-feira, 14 de julho de 2010
Mau timing
Então agora que o Cristiano Ronaldo tem um filho de mãe incógnita é que o 24 horas fecha?
sábado, 10 de julho de 2010
Cabem numa mão os sítios em Portugal onde eu gostaria mesmo de trabalhar. Ainda assim, não me queixava se conseguisse emprego noutros. Mas quando todas as pessoas com quem falo me dizem "não voltes, não voltes, não voltes", me contam de contratos percários e cortes múltiplos de salários já de si baixíssimos, penso que devia tirar daí o sentido.
Voltar para quê? Para isto? Por uma questão emocional? A verdade é que, como me têm dito, se é para ficar, é agora. Será muito mais difícil fazê-lo depois de voltar.
E é isto, estou chateada. O meu amigo alemão com um CV igual ao meu já teve duas propostas de emprego.
Merda.
Voltar para quê? Para isto? Por uma questão emocional? A verdade é que, como me têm dito, se é para ficar, é agora. Será muito mais difícil fazê-lo depois de voltar.
E é isto, estou chateada. O meu amigo alemão com um CV igual ao meu já teve duas propostas de emprego.
Merda.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
"Se pensar naqueles que me são próximos, assim de repente, não cabem nos dedos duma mão os amigos para quem o amor já morreu pelo menos uma vez na vida. Não falo só, embora também, de divórcios. Falo daquele café sem sabor que se toma no dia seguinte a perceber que já não gostamos dela ou que ela já não gosta de nós.
O problema desse dia não é só o fim da ligação. É a morte do Amor em si, porque morre aquilo que nunca pensámos que pudesse morrer. A morte de um Amor é como a morte duma vida. É insubstituível como a de um amigo. Não queremos outro porque só queríamos aquele."
In Não Compreendo as Mulheres
O problema desse dia não é só o fim da ligação. É a morte do Amor em si, porque morre aquilo que nunca pensámos que pudesse morrer. A morte de um Amor é como a morte duma vida. É insubstituível como a de um amigo. Não queremos outro porque só queríamos aquele."
In Não Compreendo as Mulheres
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Sai uma agenda de contactos para a mesa do canto!
Há uma coisa que não entendo: porque é que os jornalista são tão difíceis de encontrar? Não só jornalistas, mas toda a gente. As pessoas não entendem que só beneficiam de ter pelo menos um email público? O anos de vida que eu já perdi a procurar emails de pessoas que preciso de contactar com urgência. E não consegui. Pessoas conhecidas.
Ultrapassa-me.
Ultrapassa-me.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Txam txam txammmm
Os dois
Eu tenho dois amigos que são assim uma coisa... uma paixão. Amo-os loucamente. Se pudesse guardava-os no bolso e ia com eles para todo o lado.
O problema deles é a sua própria relação de equilibristas. Um em cada ponta de um fio invisível: quando um mexe, o outro sente a vibração. E eu olho para eles, perfeitos, e mando um bitate aqui, um bitate ali. Eles dizem que eu durmo com o inimigo e ralham "como é que lhe contaste isso!". Eu fico com remorsos e não sei responder. É que eles são assim tão cutxi cutxi, tão a minha estrelinha da sorte. Confundo-me. Vou trocando de preferido, vou escolhendo quem apoio e quem censuro.
Eu sou um bicho sensível e cheio de reservas. Sou. Há assuntos que nunca falo e outros falo demais. Há pessoas de quem gosto e acho que não gostam de mim. Há pessoas com quem só consigo estar às vezes, há pessoas que me deprimem, que me ferem o ego, que me põe nervosa, que me intimidam. Há muitas. Mas estes dois não, são um gelado do santini, meloa com manga: sabem sempre bem e nunca enjoam.
E isto para dizer que aqui neste triângulo de latitudes, eu penso muito em vocês e no vosso eterno desiquilíbrio. Esse que eu passo a vida a ralhar, mas que, confesso, vos dá um toque de filme romântico.
E pronto, era esta a minha pequena declaração de amor. Aos dois.
O problema deles é a sua própria relação de equilibristas. Um em cada ponta de um fio invisível: quando um mexe, o outro sente a vibração. E eu olho para eles, perfeitos, e mando um bitate aqui, um bitate ali. Eles dizem que eu durmo com o inimigo e ralham "como é que lhe contaste isso!". Eu fico com remorsos e não sei responder. É que eles são assim tão cutxi cutxi, tão a minha estrelinha da sorte. Confundo-me. Vou trocando de preferido, vou escolhendo quem apoio e quem censuro.
Eu sou um bicho sensível e cheio de reservas. Sou. Há assuntos que nunca falo e outros falo demais. Há pessoas de quem gosto e acho que não gostam de mim. Há pessoas com quem só consigo estar às vezes, há pessoas que me deprimem, que me ferem o ego, que me põe nervosa, que me intimidam. Há muitas. Mas estes dois não, são um gelado do santini, meloa com manga: sabem sempre bem e nunca enjoam.
E isto para dizer que aqui neste triângulo de latitudes, eu penso muito em vocês e no vosso eterno desiquilíbrio. Esse que eu passo a vida a ralhar, mas que, confesso, vos dá um toque de filme romântico.
E pronto, era esta a minha pequena declaração de amor. Aos dois.
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