sexta-feira, 17 de junho de 2011

The Vancouver riot 'kiss' photograph

Uma foto tem andado a circular por estes lados. No meio dos violentos protestos em Vancouver um casal beija-se. Ninguém sabe quem são, se a rapariga estava ferida ou se era mesmo um beijo...pelo beijo.

O fotógrafo que captou a imagem fala ao Guardian: "I knew I had captured a 'moment' when I snapped the still forms against the backdrop of such chaos but it wasn't until later when I returned to the rink to file my photos that my editor pointed out that the two people were not hurt, but kissing."

Eu não consigo parar de olhar para a foto. Acho magnífica.

Tenho um amigo preso do aeroporto de Sanaa

Já lá esta há 24 horas, a tentar entrar no país. Mas as autoridades perceberam que era jornalista e não o estão a deixar passar. Enquanto nós trepamos pelas paredes de preocupação, ele entrevista pessoas no aeroporto e beberrica chá.
“I’m drinking tea and talking with a Yemeni Imam in my poor Arabic... quite an experience! He is from a city in Yemen currently bombed by the army as suspected to be hosting Al-Qaeda... interesting conversation with this guy!”

M., you’re going places!

Fingers crossed.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Constatação

That's the thing about stupid thoughts: you don't stop having them just because you know they're stupid.

It's a lose, lose situation

Não saber deixa-me nervosa. Saber deixa-me deprimida.

E porque um gang não é um gang

sem ti. Bem vindo à novela blogosférica sem pretensões culturais :)

Aleluiaaaa!

Welcome back Trace! Vamos a ver se desta é de vez, pá! Sempre a fazer charminho e coiso e tal.
Para onde foi a Alice? Ninguém sabe, mas pelo menos está online.

Mais um ponto assinalado no mapa

Daqui a uma semana um grande amigo meu vai mudar-se para Cabo Verde para integrar um projecto ambicioso e interessante – cujos detalhes ainda estão sob embargo.

Não sei se o meu amigo lê este blog, mas seja como for fica aqui o meu mais sincero desejo de boa sorte. Eu sei que nem sempre a vida lhe tem sorrido e que ele precisava desesperadamente de um incentivo, de algo que o tirasse daquele loop terrível de “mas é isto que estou a fazer da minha vida??”

Estou orgulhosa por este passo em frente. Tenho a certeza que vai ser uma experiência inesquecível. Como dizia Pablo Neruda “Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.”

Eu por mim vou começar já a juntar dinheiro para uma visita – mas tem que ser “african style”, como prometeste: um colchão e um friogrífico. Sim?